Edio se defende e acusa Wendel

Edio Galvão, ex-diretor de Futebol do União

Ex-diretor de futebol do União, Edio Galvão nega as acusações do presidente do Operário, Wendel Rodrigues, e contra-ataca. Segundo ele, foi o dirigente tricolor que propôs uma “negociação” em torno da decisão do título.

Por e-mail, Galvão disse hoje ao craquesdoradio que “em nenhum momento a diretoria do União Esporte Clube teve interesse em comprar jogador ou algum diretor de clube adversário para conseguir o seu primeiro título estadual”.

Edio prossegue afirmando que “o senhor Wendel, que já morou em Rondonópolis e não é uma pessoa bem quista na cidade, me procurou por três vezes falando que ele como presidente do Operário tinha como fazer o União campeão e que se não aceitássemos a proposta dele ficaríamos mais um ano na fila.”

De acordo com o ex-diretor colorado, “primeiro ele pediu uma quantia em dinheiro para conversar com alguns jogadores do Operário”, acrescentando que Wendel teria afirmado ter “uma influência muito grande dentro da equipe” e passou o telefone de dois jogadores para que isso fosse confirmado . Afirmando saber que Wendel “não tem esta autonomia toda dentro do clube, mesmo sendo presidente”, Edio disse ter recebido uma informação de Cuiabá dando conta que “se o União repassasse algum dinheiro para ele, certamente iria para seu próprio bolso”.

No seu relato, Edio Galvão diz ainda que depois de várias negativas de sua parte, “Wendel veio aqui (em Rondonópolis) no dia do jogo tentando tumultuar o ambiente do jogo, mas o tiro saiu pela culatra. Ele saiu desmoralizado, pois queria dar uma de herói e era o próprio vilão dentro do Operário”.

No final da tarde, por telefone, Edio acrescentou que o valor pedido por Wendel foi “cem mil reais” e disse ter registrado no seu celular todas as ligações que o presidente do Operário teria lhe feito.

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