Esta página é dedicada aos principais nomes da narração esportiva brasileira, fonte de inspiração para muitos profissionais do rádio de Mato Grosso.

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Para abrir, um video fabuloso produzido pela Rede Globo de Televisão dentro do seu quadro ‘Baú do Esporte”, relembrando consagrados nomes da radiofonia esportiva brasileira:

Imagem de Amostra do You Tube

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Equipe da Rádio Bandeirantes de São Paulo na década de 70. Foto: Acervo Paulo Fanaia

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ARMINDO ANTONIO RANZOLIN

Armindo Antônio Ranzolin nasceu em Caxias do Sul do no dia 8 de dezembro de 1937.

Um dos principais narradores de futebol da história do Rio Grande do Sul.

Sua carreira de jornalista e radialista profissional começou em 1956, como narrador esportivo da Rádio Diário da Manhã de Lages, Santa Catarina.

Estreou na Rádio Guaíba em 1959.

Depois passou pelas Rádios Difusora e Farroupilha, ambas de Porto Alegre.

Em 1969 voltou para a Guaíba, onde ficou até 1984, quando saiu para trabalhar na Rádio Gaúcha. Em 1992, tornou-se diretor da rádio e lá se aposentou em 2006.

OUÇA

RANZOLIN NARRA O SEGUNDO GOL DO GRÊMIO, MARCADO POR RENATO PORTALUPI, CONTRA O PEÑAROL NA CONQUISTA DO TÍTULO DA LIBERTADORES DA AMÉRICA DE 1983:

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DOALCEY CAMARGO

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Doalcey Bueno de Camargo nasceu em Itápolis-SP em 1930 e morreu no Rio de Janeiro no dia 29 de agosto de 2009.

O narrador ganhou notoriedade nas grandes emissoras do Rio de Janeiro como Globo, Tupi, Nacional, Continental, Tamoio e Guanabara (atual Bandeirantes). Desde 1965 estava na Super Rádio Tupi, onde acumulou o cargo de diretor do departamento de esportes. Nos seus últimos anos de vida não narrava mais, mais participava do programa “Bola em Jogo” aos domingos, que tem apresentação de Luiz Ribeiro.

Doalcey era torcedor confesso do América-RJ, começou sua carreira na Rádio Clube de Marília, no final da década de 40, a convite do irmão Wolner Camargo, foi para o Rio de Janeiro, onde sua carreira deslanchou profissionalmente.

Narrou grandes clássicos dos clubes cariocas, Copas do Mundo, e foi ele quem criou a figura do comentarista de arbitragem. Por sinal, o primeiro que esteve ao seu lado na cabine de rádio foi o saudoso Mário Vianna. Outro comentarista que trabalhou ao lado de Doalcey, foi Benjamim Wright, pai do ex-árbitro José Roberto Wright.

Vários grandes locutores trabalharam ao lado de Doalcey, entre eles: Waldir Amaral, Júlio César Santana, Sérgio Moraes, Paulo César Tênius (já falecidos) e José Carlos Araújo, Edson Mauro, César Rizzo, Garcia Júnior, Jota Santiago, entre outros.

Faleceu na madrugada do dia 29 de agosto de 2009, aos 79 anos, vítima de um enfarte fulminante.

OUÇA

DOALCEY NARRA GOL DE NUNES PELO FLAMENGO:

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ÊNNIO RODRIGUES

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Com o jargão “o que vale é bola na rede”, Ênnio Rodrigues Carraça começou a carreira em Araraquara, onde nasceu no dia 20 de fevereiro de 1935. Morreu aos 78 anos de idade no dia 12 de agosto de 2013 vencido por uma doença no pulmão. Depois de trabalhar nas Rádios Cultura e Voz de Araraquara marcou época na Rádio Bandeirantes e Gazeta (AM 890) onde esteve em oito Copas do Mundo, de 1966, na Inglaterra até 1998, na França.

Seu melhor momento foi na Bandeirantes, onde ficou por 27 anos.
Nos últimos anos, Enio Rodrigues vinha trabalhando na Rádio Tupi de São Paulo (AM 1150), transmitindo jogos da Portuguesa.

Ênio Rodrigues também atuou em emissoras de televisão e foi presidente da ACEESP (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

OUÇA

ÊNNIO RODRIGUES NARRA OS GOLS DO JOGO PALMEIRAS 1 X 1 CORINTHIANS PELO CAMPEONATO BRASILEIRO DE 1994, JOGO QUE DEFINIU O TÍTULO PARA O VERDÃO:

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FIORI GIGLIOTTI

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FIORI

Fiori Gigliotti nasceu em Barra Bonita, São Paulo, no dia 27 de setembro de 1928. Morreu em São Paulo no dia 8 de junho de 2006. Inspirou mais de uma dezena de narradores tendo em Mato Grosso um dos seus grandes seguidores, o narrador Márcio Frederico Cunha de Arruda, o Categoria Que Não Muda.

Narrador esportivo de longa carreira. Narrou partidas de dez Copas do Mundo, mas sempre dizia que o maior jogo a qual assistiu foi o disputado entre Santos e Benfica, na final da Copa Intercontinental de 1962. Em declaração pouco tempo antes de sua morte, contou um entrevero que teve com o técnico Telê Santana no Mundial de 1982, na Espanha. Fiori teria cobrado o treinador pelo fato dele estar fazendo muitas concessões aos jogadores, com muitas saídas com a família e pouco treino. Telê teria respondido que o locutor já estava velho.

Celebrizou frases como “Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo”, “E o tempo passa…” (quando uma equipe precisava fazer um gol), “Agüenta coração!”, “Crepúsculo de jogo” e “Torcida brasileira”.

Recebeu mais de duzentos títulos de cidadão honorário, principalmente pelo interior de São Paulo. Trabalhou como locutor desde 1947 nas rádios: Rádio Clube de Lins (SP), Rádio Cultura de Araçatuba (SP), Rádio Bandeirantes, Rádio Panamericana, Rádio Tupi e Rádio Record. Atualmente estava trabalhando como comentarista na Rádio Capital, de São Paulo.

No fim de 2005 recebeu a “Medalha da Ordem Nacional do Mérito Futebolístico” da Federação Paulista de Futebol, ocasião em que disse: “Eu confesso que hoje vivo um momento de muita emoção. É daqueles momentos de rara felicidade que nos fazem ter alegria de viver“.

Fiori escolheu a véspera de uma Copa do Mundo para dizer adeus ao futebol, ao rádio e aos milhares de torcedores que se acostumaram a ouvir suas transmissões sempre carregadas de emoção.

OUÇA

FIORI GIGLIOTTI NARRA GOL DO CENTROAVANTE COUTINHO PELO SANTOS:

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JORGE CURI

JORGE CURI

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Jorge Curi, mineiro de Caxambu – nasceu dia 25 de fevereiro de 1920 (morreu em 23 de dezembro de 1985). Um narrador esportivo que marcou seu nome para sempre na história do rádio esportivo brasileiro. Jorge Curi, “o narrador padrão do Brasil”.

Filho do comerciante José Kalil Curi e de Maria Curi, teve oito irmãos, entre os quais, o cantor, compositor e humorista Ivon Curi,  e o também radialista Alberto Curi

Iniciou sua carreira numa emissora local de sua cidade natal, em 1942. No ano seguinte, teve a chance de fazer um teste para a Rádio Nacional do Rio de Janeiro, onde, aprovado, permaneceu até 1972. Daí se transferiu para a Rádio Globo, onde formou com Waldir Amaral uma das maiores duplas de narradores esportivos de todos os tempos.

Foi um dos maiores locutores de seu tempo. Além de locutor esportivo, também conduziu o programa dominical de calouros A Hora do Pato.

Narrou nove Copas do Mundo –  seis pela Nacional (1950, 54, 58, 62, 66 e 70) e três pela Rádio Globo (74, 78 e 82).

Na Copa de 1970, Curi era o principal representante da Rádio Nacional em um pool de emissoras do qual a Rádio Globo também era integrante.

Em novembro de 1984, foi demitido da Rádio Globo. No mês seguinte, foi contratado pela Rádio Tupi. Em 23 de dezembro de 1985, quando tinha acabado de completar um ano de atividades na emissora dos Diários Associados, morreu em acidente de carro, nas proximidades de Caxambu, sua terra natal.

Era torcedor fanático do Flamengo .

OUÇA

OUÇA Jorge Curi narrando gol de Rivelino pelo Fluminense nos anos 70:

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JOSÉ CARLOS ARAÚJO

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José Carlos Lopes de Araújo nasceu dia 7 de maio de 1940 no Rio de Janeiro. Um dos grandes nomes do rádio esportivo nacional, soberano no Rio de Janeiro. Dono de um estilo único, jovem, com formato e linguajar que revolucionaram as transmissões esportivas cariocas.

Ainda criança, narrava jogos de futebol de botãono bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro. Aos 14 anos apresentava programas na Rádio Roquette Pinto. Entrou para a Rádio Globo na década de 60; ficou até 1976, quando foi para a Rádio Nacional. Depois de sete anos, no dia 1º de dezembro de 1984 voltou para a Globo.

Em 2012 trocou a Globo pela Bradesco Esportes e depois se transferiu para a Rádio Tupi.

Como apresentador de televisão, José Carlos Araújo fez, durante 14 anos o programa Mesa Redonda Rio na Rede CNT (saiu do ar) em 2007.Além de narrador e apresentador de programas esportivos, é professor de geografia formado pela UERJ. É ainda para-quedista do Exército brasileiro.

José Carlos Araújo – o Garotinho – é também famoso por suas frases que são marcas registradas, seja durante as partidas, seja nos programas diários, como por exemplo: “Seja paciente na estrada, para não ser paciente no hospital.” “Voltei!” “Sou eu!” “Atirou, entrou!” “Golão, golão, golão.” “Se o jogo tá na tevê a gente se liga em você.” “Gente que se liga na gente.” “Apite comigo galera.”

OUÇA

OUÇA JOSÉ CARLOS ARAÚJO NARRA GOL DE PETKOVIC PELO FLAMENGO NA CONQUISTA DO CAMPEONATO CARIOCA DE 2001:

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JOSÉ SILVÉRIO

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José Silvério de Andrade é apontado por muitos como “o narrador mais técnico do Brasil”. Nasceu em Itumirim-MG no dia 11 de novembro de 1945 e começou a carreira na Rádio Cultura de Lavras-MG, descoberto por um diretor da emissora quando narrava uma partida de ‘jogo de botão’ (conhece?).  De lá, foi para as rádios Itatiaia e Inconfidência de Belo Horizonte, daí para a Continental do Rio de Janeiro e então para a Rádio Tupi de São Paulo.

Em 1975 chegou na Rádio Jovem Pan para substituir Osmar Santos, que tinha se transferido para a Rádio Globo. Na Pan ficou 25 anos, com um intervalo de apenas três meses em 1985, quando se transferiu para a Rádio Bandeirantes. Também teve curta experiência da TV Manchete (que virou Rede TV!) e em 2000 voltou à Bandeirantes.

Já narrou mais de 20 modalidades esportivas, mas destacou-se no futebol, sobretudo de São Paulo.

Cobriu todas as Copas do Mundo desde 1978, na Argentina.

Sua trajetória registra alguns jargões que ficaram famosos, sendo “E que golaço!” o mais famoso deles. Como característica curiosa na sua narração tem uma espécie de ‘tique’, estendendo a pronuncia as últimas sílabas das palavras (por exemplo, o repórter Leandro Quesada virou “Quesadan”).

OUÇA JOSÉ SILVÉRIO NARRANDO GOL DE RONALDO NA COPA DO MUNDO DE 2002:

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OSMAR SANTOS

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Osmar Santos nasceu em Osvaldo Cruz, interior paulista, no dia 28 de julho de 1949. Formado em Educação Física, Administração e Direito, Osmar Santos, o Pai da Matéria, trabalhou como locutor esportivo nas rádios Jovem Pan, Record e Globo onde continua contratado, mas sem narrar mais as partidas devido ao grave acidente de automóvel que sofreu em 22 de dezembro de 1994 e que afetou sua fala, que era seu dom.

Hoje como artista plástico, dedica parte de seu tempo em pinturas sobre telas. Trabalhou também nas redes de televisão Rede Globo, Rede Record e Rede Machete.

Foi um dos melhores narradores de futebol do rádio brasileiro, criador de uma escola única. Faziam parte da equipe comandada por Osmar na Rádio Globo, na fase de maior sucesso: Loureiro Júnior, Juarez Soares e Carlos Aymard (comentaristas), Fausto Silva, Roberto Carmona e Henrique Guilherme (repórteres de campo). E os também narradores: Oswaldo Maciel, Reinaldo Costa, Oscar Ulysses e Odinei Edson (esses dois últimos, seus irmãos).

Osmar Santos teve uma participação importante como locutor dos comícios da campanha política de 1984 pelas eleições diretas. Bastante popular, recebeu proposta para candidatar-se a cargos políticos, mas não aceitou.

Sempre muito criativo criou bordões que foram tão bem aceitos pelo público, que ecoavam pelos estádios, como o famoso “Parou por quê, por que parou?”. Entre suas expressões inesquecíveis, estão: “Ripa na chulipa” e “pimba na gorduchinha”; “Um prá lá, dois prá cá, é fogo no boné do guarda”, “Sai daí que o Jacaré te abraça, garotinho”, “No carocinho do abacate” “aí garotinho”, “vai garotinho porque o placar não é seu” e uma das narrações de gol mais marcantes do rádio brasileiro “E que GOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL”.

Também foi Osmar Santos quem criou a expressão “Animal”, que melhor representou o jogador Edmundo, terminando por se tornar a sua marca registrada.

Em 1994 sofreu um grave acidente de carro que lhe produziu graves sequelas devido aos danos cerebrais que sofreu quando viajava de Marília para cidade de Lins, em São Paulo, quando foi atingido por um motorista de caminhão bêbado. Após uma grande recuperação, pode reativar várias funções, porém sua fala ficou comprometida, sendo capaz de pronunciar menos de cem palavras, impedindo-lhe de continuar trabalhando como narrador.

Hoje se dedica à pintura.

OUÇA

OSMAR SANTOS NARRA O GOL DE BASÍLIO NA CONQUISTA DO CORINTHIANS NO CAMPEONATO PAULISTA DE 1977: 

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OUÇA DOCUMENTÁRIO DO  pecasraras.blogspot.com.br SOBRE OSMAR SANTOS:

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WALDIR AMARAL

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O narrador Waldir Amaral nasceu em Goiânia no dia 17 de outubro de 1926; morreu no Rio de Janeiro, dia 7 de outubro de 1997. Talentoso profissional de comunicação, foi um dos pioneiros na transformação das jornadas esportivas radiofônicas num verdadeiro show. Criou bordões que atravessaram todo o Brasil e tornaram-se referência nacional como “indivíduo competente”, “o relógio marca”, e “tem peixe na rede”.  Criou também o apelido “Galinho de Quintino” que acompanha Zico até os dias de hoje.

Waldir iniciou sua carreira na rádio Clube de Goiânia. No Rio de Janeiro, passou pelas rádios Tupi, Mauá, Continental, Mayrink Veiga, Nacional e Globo. Nesta última, por sinal, permaneceu de 1961 a 1983. Foi Waldir, ao lado de um dos diretores da Rádio Globo, Mário Luiz, o “criador intelectual” da vinheta “Brasil-sil-sil!”, gravada pelo radialista Edmo Zarife durante as Eliminatórias da Copa do Mundo para 1970, para levar a seleção à frente, e que está no ar até hoje.

Waldir Amaral faleceu 10 dias antes de completar 71 anos, vitimado por uma insuficiência coronariana. Em sua homenagem, a rua Turf Club, no bairro do Maracanã, passou a se chamar R. Radialista Waldir Amaral.

Profissional extremamente criativo, Waldir Amaral costumava dizer vários bordões enquanto narrava a partida. Alguns bordões criados por ele:

“Tem peixe na rede do…” Ele dizia quando o time levava gol do adversário: “Tem peixe na rede do Flamengo”

“Choveu na horta do…” Ele dizia quando o time fazia gol no adversário: “Choveu na horta do Vascão”

“É fumaça de gol”  Ele dizia quando surgia uma oportunidade de gol: “Aproxima-se da área, é fumaça de gol…”

“Caldeirão do Diabo” A grande área: “Vai cruzar no caldeirão do Diabo”

“Indivíduo competente” Quem fazia o gol: “Indivíduo competente o Zico, deeeeez, é a camisa dele!”

“O visual é bom, Roberto tem bala na agulha” Quando o jogador ia bater uma falta.

“Estão desfraldadas as bandeiras do Fluminense” Ele dizia logo após o gol.

“Deixa comigo” Dizia logo após a vinheta do sue nome.

“O relógio marca” Ele dizia quando dava o tempo de jogo.

Waldir foi um locutor original e que soube comunicar como poucos. Narrava pausadamente, com elegância e muito estilo. Foi um dos maiores radialistas esportivos de todos os tempos.

OUÇA

WALDIR AMARAL NARRA GOL DA SELEÇÃO BRASILEIRA NA COPA DO MUNDO DE 1970:

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WALDIR AMARAL NARRA O GOL MIL DE PELÉ – dia 19 de novembro de 1969 contra o Vasco da Gama, no Maracanã:

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