Na comunicação, não existe nada mais fascinante do que este veículo.
Instantaneidade, emoção, vibração, livre e estimulante exercício da imaginação,
interatividade, agilidade, informação…
No esporte – o futebol em especial – o rádio é uma referência, registrando e
transmitindo os principais campeonatos e jogos desde os primórdios desta nossa
paixão popular.
E o rádio AM é, sem dúvida, o clímax de todas estas constatações.
Em Mato Grosso este fantástico veículo tem uma trajetória belíssima –
especialmente na Baixada Cuiabana – , rica em profissionais, histórias, hestórias,
fatos e pioneirismo.
Um pouco disso tudo você vai conhecer, relembrar, viver através desta página,
criada justamente para reverenciar e matar saudades de grandes momentos e
personagens.

*

E PARA ABRIR esta página, nada melhor do que ouvir uma obra prima. Hélio Ribeiro, um dos grandes nomes do rádio brasileiro, uma voz marcante, e a crônica EU SOU O RÁDIO:

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.


José Magnoli, o Hélio Ribeiro (nome artístico adotado por ele), nasceu no dia
24 de julho de 1935. Morreu no dia 6 de outubro de 2000, vítima de uma parada
cardiorespiratória.

LEIA MAIS SOBRE HÉLIO RIBEIRO

 

 

 

 

*

ÁUDIOS HISTÓRICOS!

*

Agora, vamos rever a final do Campeonato Mato-grossense de 1983, que destaca os repórteres Lino Pinheiro, Augusto Roberto e Dorileo Leal:
Imagem de Amostra do You Tube
Esta seleção que mistura craques da latinha e da bola foi formada em 1986 para um jogo festivo no Estádio José Fragelli, o Verdão. A foto foi enviada ao Craques do Rádio pelo ex-jogador Pulula da Silva, atacante do Operário de Várzea Grande nos anos 70 e  começo da década de 80:

Em pé – Jejé (colunista social), Ferreira Filho (foi repórter  de campo, já falecido), Lino Pinheiro (repórter), Oliveira Júnior (no comecinho da
carreira), Peninha (irmão do ex-jogador Bife), (não identificado), Edipsom Morbeck (comentarista esportivo), Waldemir Félix (repórter de jornal impresso, hoje na Gazeta), Mortadela (radialista da Rádio Cultura), (não identificado), Paulo Fanaia (foi repórter esportivo da TV Brasil Oeste, Canal 8, e hoje é professor) e Pulula.

Agachados – Osmar Tiago (hoje no programa Resumo do Dia, do Canal 5), Padrinho (operador de externa da equipe de esportes da Rádio Cultura, já falecido), Wanderley Oliveira (hoje diretor da TV Assembléia), Adão Oliveira (repórter), Pedrinho (trabalhou no Canal 8), Celso Machado (repórter da Equipe 1.300 da RCC), Poxoréo (ex-jogador), Bife (o maior
artilheiro da história do Verdão) e Toninho de Souza.

 


Grandes nomes do rádio de Mato Grosso em momento de lazer – 1974, na Rádio A Voz D’Oeste.

Em pé (esq. para dir.) – Dirceu Carlino, Antero de Barros, (não identificado atrás), Rubens Neves, Celso Castilho, Ademir Rodrigues, Roni Cevilha e não identificado;

Agachados – Ademir Lobo, Pinguinha, Eston Ramos, Adilson Baixo e não identificado.

Foto: Arquivo Pessoal Rubens Neves.

 

 

 

Esta vem de Rondonópolis. Acima, o timaço de futsal da Rádio Juventude na década de 80.

Em pé (esq. p/ direita) – Aderaldo, Clóvis Roberto, Jorge Martinelli, Tostão (já falecido) e Antônio Carlos.

Agachados – Juarez José, J.Barreto e Yolando.

Foto cedida pelo amigo radialista Sebastião Castilho, da Rádio Clube de Rondonópolis.

 

 

 

Outro ‘time’ de craques do rádio esportivo. Década de 70.

Em pé (esq. para dir.) – Edipson Morberck, Romeu Roberto, Natal Maiolino, Antero de Barros, Laércio de Arruda e El Passo Sobrinho (massagista);

Agachados – Alinor Silva, Jair Figueiredo, Celso Berto, Rubens Neves e Juarez Alves.

Foto: Acervo Laércio de Arruda

 

 

Esta é do começo da década de 70 na porta da Rádio A Voz D’Oeste (rua ao lado do Palácio Alencastro – sede da prefeitura de Cuiabá).

Da esq. Para a dir. – em pé: Noel Cid, (ñ identificado), Robson
Machado, Sara Brunini (o garotinho em sua frente é Rivelino Brunini – já falecido), Dona Lili, Roberto Brunini, Edipson Morbeck, Jota Oliveira, o careca e os dois da frente ñ identificados, e Leite Neto;

Em cima do carro – Duenil Souza, Macedo Filho, Alves de Holanda e ñ identificado; Agachados – os três primeiros ñ identificados, Laércio de Arruda e Russevel Campos.

Foto: Acervo Laércio de Arruda.

 

 

 

Fachada da Rádio Cultura de Cuiabá nos anos 80, o Palácio do Rádio de Mato Grosso.
Foto: site oficial

 

 

 

O ano é 1968. Este momento mais do que histórico registra três grandes nomes da história do nosso rádio esportivo: o repórter e narrador Laércio de Arruda; o narrador Ivo de Almeida; e o repórter Lino Pinheiro. Integrantes da Equipe da Peteca, os três recebem o Troféu Boróro, que premiava os melhores da comunicação por iniciativa do radialita Roberto Jacques Brunini. Na época, estavam na Rádio Difusora Bom Jesus de Cuiabá.

A foto é do arquivo pessoal do Baluarte Laércio de Arruda.

 

 

 

A foto é do início dos anos 90: no circulo à esquerda, Sebastião Siqueira, hoje do departamento de jornalismo da Rádio Cultura de Cuiabá, e no outro círculo aparece o repórter e plantonista Américo Lucas, que morreu pouco tempo depois.

 

 

 

 

 

O ex-comentarista Eugênio de Carvalho (todo de branco) e o saudoso narrador Márcio de Arruda (com o microfone), em seu início de carreira.

Foto: Acervo Glauco Marcelo.

 

 

 

 

 

Eugênio Carvalho e o saudoso radialista e jornalista Afrânio Borba.

 

 

 

 

 

 

 

 

O repórter Eduardo Saraiva durante evento que marcou a inauguração do Estádio José Fragelli, o Verdão.

 

 

 

 

 

 

Nessa foto, da década de 1970, aparece o radialista Pereira Neto (que trabalhou durante muito tempo na Rádio Cultura de Cuiabá). O primeiro à direita é o também radialista Sérgio Boca. Ambos, na época, estavam na Rádio Difusora de Lins -SP.

 

 

 

 

Eduardo Saraiva, o Fofoquinha, em foto da década de 80: um dos maiores repórteres de todos os tempos no rádio esportivo de Mato Grosso. Foto: Acervo Zé Pulula

 

AUGUSTO-ROBERTO-MARACANÃ-1997-001-206x300 (1)

O repórter Augusto Roberto no Maracanã em 1997 na decisão da Copa do Brasil, quando o Flamengo perdeu o título para o Grêmio. Foto: Arquivo Pessoal

*

No início da década de 70, contam que o narrador Ivo de Almeida, um dos grandes nomes da história do Rádio AM de Mato Grosso, foi proibido de entrar no Estádio Presidente Dutra para transmitir um jogo de futebol. De personalidade forte, Ivo não se intimidou e subiu no telhado do extingo Ginásio Brasil (onde hoje é o Corpo de Bombeiros) e, de lá, narrou a partida. O episódio foi dramatizado pelos humoristas Nico & Lau, então em início de carreira, no programa Revista da Manhã, da TV Record de Cuiabá (na época, TV Gazeta).

VEJA

Imagem de Amostra do You Tube

Páginas: 1 2 3 4 5 6 7 8 9