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Paulo Sérgio Cardoso, ‘aquele que não fica nervoso’, segundo slogan criado pelo comentarista Roberto França, também está no blog craquesdoradio.

Na barra lateral direita desta página você encontra o link para Histórias e Hestórias do rádio esportivo e do futebol de Mato Grosso, todas narradas por PC, um exímio contador de causos.

“Só com nome ninguém vai jogar aqui”.

Palavras do técnico do Cuiabá, Ari Marques, ao falar sobre o Campeonato Mato-grossense e a respeito da situação do Mixto Esporte Clube.

“Não conheço muito o Mixto, não sei como o trabalho deles é desenvolvido, então não posso me aprofundar”, ressaltou, para acrescentar em seguida: “mas, embora esteja há pouco tempo aqui, já percebi que o campeonato é muito disputado, com marcação forte, correria e muito calor. Então, para dar conta do recado qualquer jogador, famoso ou não, tem que trabalhar muito”.

Ari disse não ter preferência por jogador famoso ou desconhecido. “Qualquer que seja o atleta, ele tem que render. O que não pode é achar que por ser famoso encontrará mais facilidades, pois isso não acontece”.

De uma forma geral, o treinador disse estar “impressionado” com a estrutura de muitas equipes locais e com a boa qualidade do campeonato. “Muitas equipes tem centro de treinamento, o que é raro em várias partes do país, e os jogos que presenciei no campeonato tem mostrado um bom nível técnico, muito equilíbrio e um ritmo muito forte”.

Acompanhe a rodada do Campeonato Mato-grossense vivendo as emoções do rádio:

CACERENSE X OPERÁRIO

RÁDIO CULTURA CUIABÁ

UNIÃO X MIXTO

RÁDIO CLUBE RONDONÓPOLIS

105 FM RONDONÓPOLIS

SINOP X LUVERDENSE

RÁDIO BAND SINOP

RÁDIO MERIDIONAL SINOP

A saída acontece às 14h. LEIA AQUI!

Com viagem para Cáceres marcada para às 13h30, o Operário segue escalado para o jogo desta noite no Estádio Geraldão – 20h10, contra o Cacerense. Depois do sufoco de sábado contra o Sorriso, quando só conseguiu empatar o jogo já nos descontos, o técnico Éder Taques mudou novamente o esquema tático do time e readotou o sistema com três zagueiros.

Sem problemas de cartões ou contusões, o treinador terá todos os jogadores a disposição e pretende começar a partida com Cléberson; Bento, Adriano Paraná, Marcelo Caixa D’Água, Diogo e Jonathan; Lê, Jamba, Jean Carlos e Adriano; Da Silva.

Um valor 120% superior ao da Copa do Mundo deste ano na África do Sul.

É o que custará o Mundial de 2014 no Brasil, segundo reportagem publicada pelo jornal Folha de São Paulo. LEIA AQUI!

Baiano Filho, secretário de Esportes do Estado, não é o único do primeiro escalão do governo Blairo Maggi que almeja a presidência da Federação Mato-grossense de Futebol.

Pelo menos é o que diz reportagem publicada hoje pelo site olhardireto.com.br

LEIA!

A quarta-feira é o dia para o Mixto ressurgir das cinzas. Literalmente (e desculpando o trocadilho).

Contra o União, a partir das 20h45, o Alvinegro busca sua primeira vitória no Campeonato Mato-grossense para aplacar a ira da torcida e espantar a crise que estourou após a goleada sofrida para o Barra do Garças. Em meio a tudo isso, existe ainda a expectativa para a chegada de reforços.

Depois das seis dispensas do início da semana, o Mixto precisa repor peças e além dos contatos mantidos pelo ex-jogador Gaúcho em Porto Alegre – conforme craquesdoradio informou ontem -, o time do técnico Roberto Cavalo poderá ser reforçado por pelo menos quatro jogadores indicados por Ricardo Rocha:

Segundo informa a assessoria mixtense, “serão jogadores da escolha pessoal” do tetracampeão mundial. Conforme já adiantou o presidente da Afam, Eder Moraes, o Mixto agora quer “jogadores novos, com força e vontade de vencer, e que se adaptem à nova realidade do time, ou seja, de salários mais baixos“.

Em tempo: embora nota oficial do Mixto informe que o técnico Roberto Cavalo está “prestigiado”, uma derrota hoje significa o fim do emprego.

“Estou disposto a aceitar o convite, quero mesmo voltar ao futebol. É uma coisa que eu conheço e gosto”. Palavras de Luis Carlos Tóffoli, o Gaúcho, com quem conversei agora há pouco. Ele confirmou ter sido “convidado por Eder (Moraes, presidente da Afam) para ajudar o Mixto” e disse que “não falamos de questão financeira e nenhum outro detalhe ainda, pois, ele está viajando. Só conversamos por telefone”.

Gaúcho – bicampeão mato-grossense como presidente do Cuiabá Esporte Clube em 2003 e 2004 – relatou que logo após a derrota do Mixto para o Barra recebeu um telefonema do presidente da Afam. “O Eder pediu ajuda para contratar alguns jogadores, pois estava dispensando alguns. Pedi autorização a ele para vir ao Rio Grande do Sul conversar com o Machado (Jorge Machado, empresário de grandes jogadores, como Rafael Sóbis e Renteria) e o Eder concordou”, explicou.

Machado não está em Porto Alegre, aonde só chega esta noite. “Ele foi para a praia, mas já marcamos uma reunião para amanhã”, revelou o ex-jogador, adiantando que “hoje conversei com vários amigos ligados ao futebol aqui em Porto Alegre e todos falam a mesma coisa: os bons jogadores estão empregados, então é preciso muito cuidado, muita cautela na hora de contratar”.

Com o fim dos campeonatos regionais, dentro de 30 ou quarenta dias, conforme Gaúcho, muitos jogadores estarão disponíveis, mas como o Mixto precisa de alguns de imediato ele pretende “ver pessoalmente, treinos ou jogos, e não ir apenas por indicações para reduzir a margem de erro”.

Ainda conforme Gaúcho, serão contratados jogadores “entre 22, 24 anos, para as posições dos que foram dispensados. Sei que o Mixto precisa de alas, um bom meia e um atacante de área, estas são as prioridades”. Sobre o treinador, ele disse não ter tratado deste assunto com o presidente da Afam, mas está sabendo do ‘ultimado’ dado pelo dirigente. “Sei que se perder nesta quarta de novo o Cavalo, que é meu amigo por sinal, dificilmente será mantido”.

Gaúcho retorna sexta ou sábado para Cuiabá, quando então terá uma decisão com Eder Moraes para definir sua entrada para o Departamento de Futebol do Mixto.

No final da conversa, reafirmou que “se for convidado oficialmente para assumir um cargo no Mixto, aceitarei“.

Técnico do maior rival do Mixto Esporte Clube, Éder Taques – que lidera o Grupo A do Estadual com o Operário (ainda invicto) – lamenta a crise instalada no Alvinegro. “É ruim para o futebol de Mato Grosso”, afirma.

“Vejo que a Afam vem fazendo tudo que deveria ser feito. Contratou um bom técnico e bons jogadores, mas infelizmente não teve retorno dentro de campo”, comentou o treinador, alertando que “não podemos confundir as coisas e condenar o trabalho da diretoria, pois o problema, me parece, está mesmo com os jogadores”.

E o ‘problema’ dos jogadores, para Éder, é a “falta de mais empenho”. O técnico, que também já dirigiu o Tigre, ressalta que “é difícil falar estando de longe, mas é isso que eu imagino que esteja ocorrendo”. E ele justifica seu pensamento: “ninguém pode duvidar da qualidade de um Perdigão, Gabiru, Luizinho, Ninja, pois são jogadores que passaram por grandes equipes recentemente, então, a única explicação possível é mesmo a falta de uma dedicação maior”.

Com toda estrutura dada pela Afam, Taques considera que “os jogadores tem por obrigação jogar bem, por isso que falei dias atrás que o Mixto tinha obrigação de ir para a decisão do campeonato, era o favorito natural”.

Sobre a contratação de medalhões, Éder foi cauteloso, entendendo que “não devemos ser contra”, mas avisando que “é preciso trazer jogadores compromissados e cientes de que se o nosso campeonato não tem lá um grande nível técnico, é muito disputado, muito aguerrido. Não é só chegar e achar que vai jogar com nome”.

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